A COMUNHÃO COM CRISTO

Podemos desfrutar da comunhão com Jesus Cristo, a despeito da nossa fragilidade humana e atitudes desagradáveis diante de Deus. Necessitamos da presença do Senhor em nosso viver cotidiano. Somente conseguimos alcançar a satisfação interior quando experimentamos uma íntima comunhão com o nosso criador e redentor. A nossa alma anseia pela presença de Deus.

Nos textos que se encontram em Marcos 14:12-16 e 22-26, podemos meditar sobre a última páscoa e a instituição da Santa Ceia do Senhor. Jesus Cristo estava vivendo os seus últimos momentos na terra. Ele seria, após essa celebração, traído por Judas e julgado e condenado pelos líderes da nação judaica e pelas autoridades romanas. Era um momento de comunhão.

Seguindo o homem com cântaro de água

Os discípulos se oferecem para preparar a páscoa. Jesus envia dois deles com a recomendação de que na cidade seguissem “um homem trazendo um cântaro de água”, Marcos 14:13-14.

Este homem viria ao encontro deles e os conduziriam até o local onde comeriam a páscoa. Semelhantemente, devemos seguir o Espírito Santo, o qual tem a água viva que sacia a nossa sede espiritual e nos conduz a uma satisfatória comunhão com Jesus Cristo, o nosso Salvador.

Preparando a casa para a ceia

O Senhor já fez o que precisávamos para a nossa comunhão com Ele. Cabe a nós fazermos a nossa parte e prepararmo-nos para esse momento sublime: “E, saindo os seus discípulos, foram à cidade, e acharam como lhes tinha dito, e prepararam a páscoa”, Marcos 14:16.

Precisamos preparar a nossa vida para a íntima comunhão com o Senhor e também para o arrebatamento da igreja. Não podemos ser negligentes em nosso relacionamento com Deus.

Recebendo o sacrifício do Senhor

“E, comendo com eles, tomou Jesus pão, e, abençoando-o o partiu, e deu-lho, e disse: Tomai, comei, isto é o meu corpo”, Marcos 14:22. A Ceia do Senhor é uma celebração dramática do evento da redenção. Jesus, voluntariamente, entregaria a sua vida por nós na cruz do calvário.

Podemos receber o perdão de nossos pecados pelo sacrifício de Jesus em nosso favor. Ele pagou um preço muito alto para nos perdoar e purificar de toda injustiça por nós praticada.

Vivenciando a Aliança com o Senhor

Jesus disse aos seus discípulos: Isto é o meu sangue, o sangue do Novo testamento, que por muitos é derramado”, Marcos 14:24. A morte de Jesus na cruz selou uma nova aliança entre Deus e nós. Jesus ofereceu a si próprio, como cordeiro imaculado de Deus, pelas nossas faltas.

Necessitamos valorizar sobremaneira o sacrifício de Jesus e a nova aliança oferecida por Ele a pecadores. Vivenciemos em toda a sua plenitude a aliança que temos com o nosso redentor.

Portanto, vamos buscar uma extraordinária comunhão com Cristo, seguindo o Espírito Santo, preparando a nossa casa, recebendo o sacrifício do Senhor e vivenciando a aliança com Deus.                                                         

                                                                      Pr. Advanir Alves Ferreira

Secretaria - 10ª IPR de Maringá

OS PAIS DA HUMANIDADE

No princípio, Deus criou os céus e a terra. Deus criou todas
coisas pelo seu próprio poder e formou a raça humana como coroa da sua criação.
O Senhor objetivava formar um povo que lhe obedecesse voluntariamente e
usufruísse de todos os benefícios que prepara para o ser humano. Deus tinha
como propósito formar uma geração de pessoas abençoadas por Ele. Podemos
observar a criação da humanidade em Gênesis 1:26-27 de uma forma totalmente
diferente dos demais seres criados na face da terra. Deus fez o ser humano à
sua imagem e semelhança e lhe concedeu uma capacidade muito superior às demais
criaturas. O nosso Deus criou macho e fêmea, com o objetivo de multiplicarem e
povoarem toda a face da terra.

Criados para governar        

Dominar sobre todas as outras criaturas é uma atribuição outorgada por Deus ao ser humano, Gênesis 1:28. Deus delegou um pouco da sua autoridade à raça humana, esperando que esta assumisse a responsabilidade sobre o meio ambiente e as outras criaturas que vivem na terra.

Necessitamos valorizar o grande privilégio que o Senhor nos concedeu e cumprir a nossa nobre função com dedicação e zelo para com este planeta. Não sejamos negligentes neste trabalho.

Criados para a felicidade    

Deus presenteou Adão e Eva com o matrimônio, Gênesis 2:21-25. Eles foram criados perfeitos um para o outro. O casamento foi instituído por Deus para proporcionar um nível singular de relacionamento entre duas pessoas. O Senhor visava conceder ao casal grande felicidade.

Precisamos viver a vida conjugal com muito prazer, harmonia e alegria, sem ter nada do que se envergonhar diante do outro. Aproveitemos esse privilégio com grande satisfação e fidelidade.

Criados para comunhão

Gênesis 3:8-9 nos mostram o desejo de Deus de relacionar-se conosco. No final de cada dia, Deus descia e passeava no Jardim do Éden com objetivo de ter comunhão com o ser humano que criara. Infelizmente, o pecado quebrou esse relacionamento entre Deus e a humanidade.

Podemos renovar o nosso relacionamento com Deus por meio de Jesus Cristo, que veio ao mundo e pagou o alto preço para a nossa religação com Criador. Louvado seja o nosso Deus.     

Criados para a redenção     

 Deus revelou o seu plano de redenção da humanidade em Gênesis 3:15. A Frase “tu lhe ferirás o calcanhar” refere-se às repetidas tentativas de Satanás de derrotar a Cristo. A frase “esta te ferirá a cabeça” prenuncia a vitória de Cristo sobre a morte e sobre toda a tentação maligna.

Devemos ter gratidão em nosso coração e glorificar constantemente ao nosso Redentor Jesus Cristo, em razão da grande salvação que Ele nos concedeu pela sua graça, amor e compaixão.

Vamos tomar posse de todos os benefícios que o nosso Deus tem outorgado ao seu povo. Apropriemos da liderança, felicidade, comunhão e redenção a nós concedidas gratuitamente.           

Pr. Advanir Alves Ferreira

Secretaria - 10ª IPR de Maringá

A GLÓRIA DO HOMEM

O ser humano tem a tendência de buscar três coisas que atraem a admiração dos outros: sabedoria, força e riqueza. A maioria das pessoas passa a vida procurando demonstrar a sua superioridade em relação às outras de seu convívio. Muitos não conseguem usufruir daquilo que possui, em razão de passar a maior parte do tempo buscando conseguir mais riquezas.

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